Ruy Flemming – Pai de dois participantes de High School

Um presente muito especial para nossos filhos: A educação é um processo longo que dura enquanto durar uma vida, tem vários objetivos, mas gosto de ressaltar três: o acúmulo de conhecimento, o estabelecimento de padrões de comportamento e a interação com o mundo que nos cerca.Num mundo cada vez mais competitivo, as melhores posições serão reservadas somente a quem estiver melhor preparado. Foi levando em consideração aspectos como esses que planejamos uma experiência que julgamos essencial na formação dos nossos filhos Gabriela e Caio: enviá-los para os EUA como parte de um programa de intercâmbio cultural. Para a minha mulher e eu, a tomada de decisão foi a interpretação de uma balança onde de um lado estavam os argumentos favoráveis e do outro os óbices.

Para os nossos filhos foi um gostoso presente que vão saborear no decorrer dos anos, uma experiência de vida que os tornou mais fortes e mais confiantes. O processo de escolha dos adolescentes que vão participar do programa de intercâmbio cultural é muito semelhante àquele que define os lares onde nossos filhos vão ficar. Adicionalmente, os briefings aos pais e filhos, e as reuniões com os intercambistas, desenham muito bem as situações e os cuidados que devem ter durante o período que permanecem fora. A despedida no aeroporto foi marcante. Pela primeira vez fariam uma viagem sozinhos e seria uma longa viagem internacional. A Gabi foi em 2006, o Caio, em 2007. O aperto no coração foi o mesmo nas duas ocasiões.

Preparamos uma pasta para cada um deles com todas as informações que poderiam precisar durante a viagem, nela estavam números de telefone, planta do terminal de passageiros do aeroporto de Atlanta, onde ambos fizeram conexões, documentos, algum dinheiro. Nas noites das viagens não dormimos. Acompanhamos o vôo deles via internet, imaginando toda a carga de responsabilidade e preocupação que colocamos sobre eles. O alívio de ouvir a voz deles ao chegarem aos seus destinos foi indescritível.A expectativa do retorno foi grande. A choradeira do reencontro foi inevitável e ter nossos filhos de volta pra casa foi algo como uma sensação boa de dever cumprido, tanto pra eles, quanto pra nós, os pais. Eles foram colocados num teste da vida real. Percebemos que os conceitos de educação que passamos para nossos filhos foram muito úteis para o bom desempenho de cada um deles como gente. Eles tiveram a oportunidade de sair da tutela protetora da casa dos pais, resolver seus próprios problemas, tomar suas decisões. Ambos voltaram mais amadurecidos. E de quebra, trouxeram na bagagem um bom nível de inglês.

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